Quais profissionais escolher para se defender?

Por quem devo ser defendido? Ler com atenção

ANTES de escolher profissionais para defendê-lo, convidamos você a ler a seção abaixo para obter a cultura necessária para uma escolha informada.

Escolhendo o defensor errado…

Um dos maiores problemas para não obter uma indenização adequada é simplesmente não escolher o(s) defensor(es) correto(s). Para não cometer um erro, uma vítima deve fazer um mínimo de perguntas a si mesma. A grande maioria das vítimas pensa em contratar um advogado e, se possível, um advogado especializado em direito pessoal.

A vítima deve ser conscientizada:

1- que um advogado não é um médico especialista da vítima. Não se esqueça de defender o aspecto forense!
2- existe a profissão de perito de um segurado, ou perito em indenização por danos pessoais. É o equivalente do inspetor de seguros da seguradora; ele é obviamente particularmente especializado na área.

Uma vítima, de acordo com seu histórico, deve, portanto, fazer a si mesma a pergunta:

Quem devo tomar como profissional: um especialista médico e/ou um especialista em indenização e/ou um advogado?

Que profissionais escolher se você precisa ser defendido?

A nível da Associação AIVB, propomos :

  • para que um médico especialista da vítima entre em contato
  • para um especialista em indenização ou um advogado entre em contato

 Após um acidente de trânsito, um erro médico, uma agressão, uma infecção nosocomial, às vezes é útil ser defendido a fim de ser corretamente indenizado. Classicamente, as vítimas pensam no advogado. No entanto, há também outros profissionais que podem ser indispensáveis: o médico especialista em apelação e o especialista em seguros. Quem escolher entre estes três profissionais? Quais são as diferenças entre essas profissões? Qual é a filosofia da Associação quanto à escolha dos profissionais?

Filosofia da Associação

Apresentamos abaixo os diferentes profissionais. É importante que você reserve um tempo para compreender os papéis potenciais de cada um deles. Qual profissional escolher? No nível da Associação acreditamos que não existem regras: o caso de cada vítima é único, porém, o que podemos dizer é que, em nossa opinião:
– um médico especialista é realmente útil para a consolidação do custo forense final. Obviamente, é lógico invocá-lo apenas quando há um mínimo de uma certa gravidade a ser defendida.
– um especialista em seguros (quantificando os danos) é perfeito para a vítima que quer controlar seu processo em termos de números financeiros. Quanto maior a importância, mais óbvio é que isto pode ser indispensável.
– um advogado é útil para a vítima que não deseja fazer seu próprio apelo. Obrigatório em caso de necessidade de convocação.

1º ator: o médico especialista de apelação

O médico especialista em recurso é útil para contrariar o médico especialista da seguradora. Este último não é necessariamente objetivo, pois ele trabalha para seu cliente. O médico especialista é chamado de recurso ou vítima, pois ele só trabalha para vítimas. Na verdade, ele não tem motivos para ser influenciado pela seguradora. A escolha de trabalhar somente para as vítimas faz dele um profissional com probabilidade de realmente defender os interesses da vítima. Aviso: como parte de sua cobertura de recurso de defesa, sua seguradora pode oferecer-se para que você seja defendido por um médico especialista. No entanto, esta não é a maneira de fazer isso. Apesar de toda a sua boa vontade, este último ainda estará, mesmo sem o seu conhecimento, bastante do lado dos seguros… Ele é treinado por eles… Ele é pago por eles… É preferível, portanto, evitá-lo e associá-lo a um médico especialista em recursos. É útil evitar e associar um médico que é especialista em recorrer à consolidação do seu estado. Antes, não é realmente útil, porque a seguradora faz missões a seu médico especialista para estimar seu arquivo…. Se você quiser um médico especialista em apelação, você pode ir à seção « Estou procurando um médico especialista » em nosso site. Os escolhidos só trabalham para as vítimas.

2º ator: o especialista em seguros, conhecido como um especialista em seguros.

 Esta profissão é pouco conhecida. É verdade que há poucos especialistas em seguros no Brasil. É bem conhecida no mundo dos seguros e especialmente em caso de incêndio. O especialista em seguros está encarregado de esclarecer a vítima sobre a quantificação de seus danos corporais. Ele é um especialista. Sua principal função não é a de realizar o recurso, mas a de esclarecer. No entanto, ele pode realizar o recurso, se a vítima assim o desejar. Para exercer esta profissão, a lei exige certas condições: O perito em seguros deve ter um diploma de Direito (Licença). Ele também deve estar segurado (responsabilidade profissional). Finalmente, o especialista deve ter experiência real na área de seguros.

3º ator: o advogado

 O advogado tem o direito de exercer os recursos porque a profissão de advogado tem o direito exclusivo de aconselhamento jurídico. Entretanto, isto não significa que ele seja um perito em indenização da mesma forma que o perito do segurado. Ele pode, no entanto, ter adquirido experiência no decorrer dos casos que ele trata. Um advogado é indispensável se uma intimação for necessária. Da mesma forma, no caso de uma agressão, sua experiência nos tribunais penais e civis pode ser útil.

  • Para um advogado, favor entrar em contato conosco durante o horário de expediente com uma mensagem escrita.

Quem escolher entre um advogado e um especialista em seguros?

Não há uma resposta pronta. É caso a caso.
É certo que quanto mais complexo for o arquivo e quanto maior for a parada, mais é preferível contratar um especialista em seguros: este especialista será obviamente mais competente para estimar uma interrupção de negócios ou para calcular o custo de uma casa ou dos acessórios de um veículo.
Além disso, sua experiência em seguros, onde muitas vezes ele já teve responsabilidades, lhe permite conhecer particularmente bem o campo.
Há até mesmo momentos em que faz sentido contratar um advogado e um especialista em seguros: eles são duas profissões complementares.